segunda-feira, 23 de maio de 2011
O TEU DIA está a chegar!
Faltam poucos dias para a comemoração de um dia muito especial , o teu dia , o Dia Mundial da Criança.
Até que chegue o dia 1 de Junho, podes desde já descobrir várias coisas sobre este dia
•O que é o Dia Mundial da Criança? Por que foi criado?
•Os Direitos da Criança - os 10 Princípios-1959
•A Convenção dos Direitos da Criança - 54 Artigos-1989
Então vamos lá , basta clicares na imagem e descobrires
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Uma aula assistida na Biblioteca
No dia de 14 Março, a convite da Prof. Teresa Pinhão veio ao CE Areia/Árvore uma escritora muito especial de nome Carolina Ruão. Uma doce e meiga senhora de 88 anos que decidiu escrever um livro dirigido aos avós para que estes possam ler histórias aos seus netos.
“Quatro Estórias para Ti, Avô” é o nome do livro de Carolina Ruão, que vê a sua obra como “um pequeno passo para que as pessoas não deixem de ler e escrever”. Aposentada há mais de 20 anos, a autora sempre escreveu ao longo da sua vida e, numa próxima oportunidade, promete publicar um livro de poemas.
Dando seguimento ao trabalho iniciado nesse dia, a Prof. Teresa Pinhão elaborou com os seus alunos este filme sobre esse conto de Carolina Ruão.
Hoje foi visionado pela 1ª vez na nossa Biblioteca durante uma aula assistida de Língua Portuguesa da Prof. Teresa Pinhão.
Parabéns a todos os participantes neste trabalho.
Relembramos que o montante apurado com a venda deste livro reverte inteiramente para o IPO do Porto.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
O GRANDE ENCONTRO!!!
AMANHÃ
Estamos a poucas horas do grande encontro!
Pela 1ª vez, desde que somos Agrupamento de Escolas, os alunos do Pré- Escolar, 1º, 2º e 3º Ciclo, Educadoras de Infância, Professores e Assistentes Operacionais iremos estar todos juntos no mesmo espaço. Somos 2000!!!
Voz, música, movimento e cor irão envolver a celebração da leitura.
Contamos com a preciosa colaboração dos alunos da Escola Profissional de Vila do Conde na orientação e vigilância de todos os alunos.
Neste evento tão grandioso, responderam prontamente ao nosso pedido de colaboração a PSP, PM e BV de V.Conde aos quais agradecemos desde já.
Como sempre, podemos mais uma vez, contar com a colaboração da Câmara Municipal que prontamente, na voz do Sr. Presidente Eng. Mário de Almeida, se disponibilizou para ser feito o transporte dos alunos das escolas das freguesias e de todos os pequeninos do Pré-Escolar.
Pavilhão de Desportos de Vila do Conde
domingo, 15 de maio de 2011
Dia 15 de Maio - DIA INTERNACIONAL DA FAMÍLIA
A Assembleia Geral da ONU proclamou, pela Resolução n.º 47/237 de 20 de Setembro de 1993, o dia 15 de Maio como DIA INTERNACIONAL DA FAMÍLIA, com o objectivo de chamar a atenção de todo o mundo, governos, responsáveis por políticas locais e famílias, para a importância da FAMÍLIA como núcleo vital da sociedade e para os seus direitos e responsabilidades.
O primeiro Dia Internacional da Família foi em 1994
Imagens Via Pinzellades al Mon
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Mais um escritor
Desta vez foi João Pedro Mésseder.
João Pedro Mésseder nasceu em 1957, no Porto. Sob a identidade de José António Gomes, é Professor Coordenador da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto, tendo-se doutorado em Literatura Portuguesa do século XX pela Universidade Nova de Lisboa e publicado diversos estudos nos âmbitos da História e da Crítica Literárias (Literatura Portuguesa Contemporânea e Literatura para a Infância e a Juventude), além de várias antologias. Nesta qualidade, fundou e dirige a revista Malasartes – Cadernos de Literatura para a Infância e a Juventude (Porto Editora).
É autor de livros de poesia e de cerca de três dezenas de obras para crianças e jovens, repartidas pela escrita em verso, pelo álbum e pela narrativa – alguns dos títulos traduzidos para galego e espanhol. Está representado em antologias em Portugal, no Brasil e na Alemanha, e tem colaboração dispersa em diversas publicações.
Textos seus têm sido utilizados em espectáculos teatrais de grupos como Andante, Sopa de Letras, Renascer, teatromosca, Gisela Cañamero / arte pública e TIN.BRA - Teatro Infantil de Braga. Criou o texto principal para o espectáculo Lenheiras de Cuca-Macuca (2008) do Teatro e Marionetas de Mandrágora, com encenação de José Caldas. Vários dos seus poemas e outros textos foram musicados, interpretados e gravados pelo Bando dos Gambozinos, sob a direcção musical de Suzana Ralha, tendo Romance do 25 de Abril sido integralmente musicado por Pedro Moura e apresentado, sob a forma de opereta infantil, num espectáculo realizado na Biblioteca Almeida Garrett, no Porto, em 25 de Abril de 2007. Em 2010, por encomenda da RTP, escreveu o conto Comédia italiana, a partir do quadro, com o mesmo título, de Columbano. Com base em ambos foi realizado um filme de animação.
A sua obra conta com várias dezenas de títulos editados e que foram motivo de estudos e de recensões críticas.
Manuel António Pina ganha prémio Camões
O escritor português Manuel António Pina ganhou o Prémio Camões, o maior prémio literário de língua portuguesa. A decisão foi consensual e unânime numa reunião que durou menos de meia hora, disseram os membros do júri no final da reunião na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Dia da Europa
A Europa Comunitária nasceu a 9 de Maio de 1950, em Paris, a partir da proposta de Jean Monnet e Robert Schuman. Por isso, desde a Cimeira de Milão de 1985 que os Estados Comunitários celebram o 9 de Maio como Dia da Europa.
Em Lisboa, a Praça do Rossio tem sido palco das comemorações que se iniciaram durante o fim de semana.
A Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular é um dos organismos presentes com um espaço dedicado à Dimensão Europeia na Educação que visa a divulgação da iniciativa Clubes Europeus e as actividades desenvolvidas nas escolas nesta área.
domingo, 8 de maio de 2011
sábado, 7 de maio de 2011
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Neste fim de semana aproveite para (re)ler com os seus filhos...
Antoine de Saint-Exupéry publicou pela primeira vez «O Principezinho» em 1943, quando recuperava de ferimentos de guerra em Nova Iorque, um ano antes do seu avião Lockheed P-38 ter sido dado como desaparecido sobre o Mar Mediterrâneo, durante uma missão de reconhecimento. Mais de meio século depois, a sua fábula sobre o amor e a solidão não perdeu nenhuma da sua força, muito pelo contrário: este livro que se transformou numa das obras mais amadas e admiradas do nosso tempo, é na verdade de alcance intemporal, podendo ser inspirador para leitores de todas as idades e de todas as culturas.
O narrador da obra é um piloto com um avião avariado no deserto do Sahara, que, tenta desesperadamente, reparar os danos causados no seu aparelho. Um belo dia os seus esforços são interrompidos devido à aparição de um pequeno príncipe, que lhe pede que desenhe uma ovelha. Perante um domínio tão misterioso, o piloto não se atreveu a desobedecer e, por muito absurdo que pareça - a mais de mil milhas das próximas regiões habitadas e correndo perigo de vida - pegou num pedaço de papel e numa caneta e fez o que o principezinho tinha pedido. E assim tem início um diálogo que expande a imaginação do narrador para todo o género de infantis e surpreendentes direcções. «O Principezinho» conta a sua viagem de planeta em planeta, cada um sendo um pequeno mundo povoado com um único adulto. Esta maravilhosa sequência criativa evoca não apenas os grandes contos de fadas de todos os tempos, como também o extravagante «Cidades Invisíveis» de Ítalo Calvino. Uma história terna que apresenta uma exposição sentida sobre a tristeza e a solidão, dotada de uma filosofia ansiosa e poética, que revela algumas reflexões sobre o que de facto são os valores da vida.
O narrador da obra é um piloto com um avião avariado no deserto do Sahara, que, tenta desesperadamente, reparar os danos causados no seu aparelho. Um belo dia os seus esforços são interrompidos devido à aparição de um pequeno príncipe, que lhe pede que desenhe uma ovelha. Perante um domínio tão misterioso, o piloto não se atreveu a desobedecer e, por muito absurdo que pareça - a mais de mil milhas das próximas regiões habitadas e correndo perigo de vida - pegou num pedaço de papel e numa caneta e fez o que o principezinho tinha pedido. E assim tem início um diálogo que expande a imaginação do narrador para todo o género de infantis e surpreendentes direcções. «O Principezinho» conta a sua viagem de planeta em planeta, cada um sendo um pequeno mundo povoado com um único adulto. Esta maravilhosa sequência criativa evoca não apenas os grandes contos de fadas de todos os tempos, como também o extravagante «Cidades Invisíveis» de Ítalo Calvino. Uma história terna que apresenta uma exposição sentida sobre a tristeza e a solidão, dotada de uma filosofia ansiosa e poética, que revela algumas reflexões sobre o que de facto são os valores da vida.
Título: O Principezinho
Autor: Antoine de Saint-Exupéry
Editora: Presença
...de uma outra forma...
e também nesta forma
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Pela 1ª vez TODOS juntos!
É isso mesmo, pela 1ª vez, desde que somos Agrupamento Vertical de Escolas, professores, alunos e assistentes operacionais iremos estar todos juntos no próximo dia 19 de Maio no Pavilhão de Desportos de Vila do Conde.
O dia será de festa! Em breve daremos conta de toda a programação, no entanto, podemos desde já afirmar que a poesia, a leitura e o livro estarão bem presentes.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Agora que as folhas verdes voltaram às árvores
As árvores e os livros
As árvores como os livros têm folhas
e margens lisas ou recortadas,
e capas (isto é copas) e capítulos
de flores e letras de oiro nas lombadas.
E são histórias de reis, histórias de fadas,
as mais fantásticas aventuras,
que se podem ler nas suas páginas,
no pecíolo, no limbo, nas nervuras.
As florestas são imensas bibliotecas,
e até há florestas especializadas,
com faias, bétulas e um letreiro
a dizer: «Floresta das zonas temperadas».
É evidente que não podes plantar
no teu quarto, plátanos ou azinheiras.
Para começar a construir uma biblioteca,
basta um vaso de sardinheiras.
e margens lisas ou recortadas,
e capas (isto é copas) e capítulos
de flores e letras de oiro nas lombadas.
E são histórias de reis, histórias de fadas,
as mais fantásticas aventuras,
que se podem ler nas suas páginas,
no pecíolo, no limbo, nas nervuras.
As florestas são imensas bibliotecas,
e até há florestas especializadas,
com faias, bétulas e um letreiro
a dizer: «Floresta das zonas temperadas».
É evidente que não podes plantar
no teu quarto, plátanos ou azinheiras.
Para começar a construir uma biblioteca,
basta um vaso de sardinheiras.
Jorge Sousa Braga
Um canteiro especial em tempo de primavera
Sinopse:
Imagine um canteiro no qual, para além das flores, nascem livros. Imagine uma criança que estabelece com esses livros uma relação de cumplicidade e de mistério que se transforma num segredo bem guardado. O Canteiro dos Livros é uma narrativa para crianças que os adultos podem fruir e partilhar e na qual se celebra a paixão pelos livros e pela leitura. Aqui, evidencia-se a importância que têm nas nossas vidas o saber e a magia que habitam nos livros.
Título:O Canteiro dos Livros
Autor:José Jorge Letria
Editora:Texto Editores
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