domingo, 12 de janeiro de 2014

INVERNO...continua...



Esta é uma história motivada pela amizade e pela pureza dos afectos. Num registo já conhecido e marcante, atendendo aos restantes volumes protagonizados pelos famosos Coelho e Ouriço que convivem neste álbum narrativo, o enredo desenrola-se em torno do motivo da curiosidade e do afastamento forçado – o Ouriço tem de hibernar e quer saber como é o Inverno – dos dois amigos. As pormenorizadas ilustrações estendem-se às guardas do livro (com uma configuração distinta e contrastiva) e recriam com expressividade o habitat dos dois amigos, bem como os seus traços singulares, contribuindo fortemente para a promoção do cómico / reiteração da componente humorística do texto.
Texto de: Sara Reis da Silva
Título: Um Bocadinho de Inverno
Autor: Paul Stewart e Chris Riddel
Editora: Caminho

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Ano Novo


  • Todos os anos é o mesmo! Chegamos a 31 de Dezembro, dia de S. Silvestre, e lá vem o dia 1 de Janeiro e o Novo Ano!

  • Neste dia, depois de termos festejado o Natal com a família, chega a vez da alegria, do barulho, dos amigos e da farra!
  • Muita gente se reúne para passar a meia-noite, para o "réveillon", que é uma palavra francesa que significa "despertar do dia", mas este despertar é muito especial.
  • Em muitos locais, especialmente nas aldeias e terras pequenas, a tradição manda que haja uma fogueira e que todos estejam à sua volta nesse momento, que se coma e beba e que se confraternize com amigos, vizinhos e familiares. Depois salta-se a fogueira, para espantar os medos.
  • Nas cidades, há quem passe o ano em casa e há que vá para salões e restaurantes onde há música, se come e se dança até chegar o momento tão esperado: a meia-noite.
  • Na passagem do ano, existem tradições, que variam consoante os locais e os hábitos:
    - Comer 12 passas, uma por cada mês do novo ano. Temos de fazer um desejo para cada uma. Dá sorte!
    - Ter uma moeda na mão à meia-noite. Dá dinheiro.
    - Subir a uma cadeira. Dá poder e altura: tudo de bom.

  • Depois bebe-se champanhe ou vinho do Porto e vai-se para a rua bater em tachos e fazer barulhos com gritos e assobios.
    É para espantar os maus espíritos do Ano Velho!
  • Em muitos locais há espectáculos lindos de fogo de artifício e música.
  • Lembra-te que, com os vários fusos horários, os primeiros a festejarem o Ano Novo são os australianos... Na América festeja-se depois de nós.
  • Há outros países em que o Ano Novo se festeja já em Janeiro, mas isso é outra história!
  • Ah! Mais uma coisa: é sempre bom (dá sorte) estrear uma peça de roupa no dia de Ano Novo. Muita gente recomenda que se estreiem cuecas... Mas, no fundo, o importante é ser algo de novo.
  • No novo ano há o costume de fazer uma lista de decisões para o Novo Ano. Aquilo que se quer fazer.
  Inf. via:
 http://junior.te.pt

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Só faltam SETE dias...

O Natal tinha de estar perfeito e a Mili ainda tinha muito por fazer: cozinhar, limpar e esfregar, até estar tudo na perfeição! Mas, ao descobrir que os seus amigos precisam de ajuda, todos os seus planos se viram do avesso... Como é que agora ela poderá ter um Natal perfeito? Uma história encantadora sobre amizade e bondade.
Com a mensagem de que o Natal tem tudo a ver com partilha. 

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Uma manhã muito diferente, é Natal!!

Sorteio do Cabaz Cultural
Workshop " Aletria tradicional" 
6ª Edição Feira de Natal



E a feliz contemplada foi...
A mãe da aluna Mariana Neto, aluna da Prof. Lina Vinhas.(rifa nº 65)
Workshop " Aletria tradicional" - parceria com a empresa Gertal



Hoje, vai ser sorteado o nosso cabaz cultural


quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Uma boa sugestão para esta escola, uma eco escola no Centro Escolar de Areia

"Gui e o Natal Verde no Planeta Azul” conta a história de um menino preocupado com os outros meninos e com o Ambiente, que se vê envolvido numa aventura mágica na noite de Natal.Descobre essa aventura e vais ver que podes fazer o mesmo que o Gui neste Natal.

Gui e o Natal verde no Planeta Azul



Título: Gui e o Natal Verde no Planeta Azul
Autor(a): Sandra Serra
Editora: Espiral Inversa

Em contra relógio...é Natal na biblioteca



Hoje as portas foram "abertas", "escancaradas" mas com prazo de validade curto

se isso acontecer...Dói-me a alma e o corpo está exausto!!! 

O regresso da alegria ...assim ficaram as estantes depois do serviço de empréstimo!!!














A correspondência recebida

Foi comoção total, quando cheguei para mais um dia na biblioteca "a biblioteca vestida de negro" e ter este tipo de "correspondência" à minha espera!!! Sentir que estava num beco sem saída...





MUITO TRISTE, numa vida ainda tão curta

Bibliotecas Escolares de 1º ciclo e a mesma professora bibliotecária para várias.
Eis a questão!!!
Aguentei...estiquei...corri...rebentei!!!
2010 set. abria, 2013 nov ficou fechada, a AO teve que "voar" para outras funções prioritárias!!! Dizem...


As "formiguinhas" da sala ao lado ajudaram, e muito!!!


domingo, 17 de novembro de 2013

Uma versão moderna do conto clássico do Capuchinho Vermelho


TÍTULO: A Menina de Vermelho

AUTOR:Aaron Frisch

EDITORA: Kalandraka Portugal

Sinopse:

A menina de vermelho é uma versão moderna do conto clássico do Capuchinho Vermelho. O texto de Aaron Frisch, que relata a acidentada viagem de Sofia num dia de tempestade, acolhe - num estilo sóbrio - os seus principais argumentos narrativos: a avó doente, a floresta sombria, o lobo malvado e a menina de capuz vermelho.

As ilustrações de Roberto Innocenti, precisas até ao mais ínfimo pormenor, mostram a grande cidade como um território caótico, desigual, perigoso. E no coração desse labirinto de ruas e prédios fica «O Bosque», um lugar multiétnico repleto de cor e vida, a expressão máxima da sociedade de consumo, a comunicação e a tecnologia; com todos os seus defeitos, e aos quais se tece uma crítica contundente.

Esta adaptação também se destaca pelo desenho fragmentado das páginas, com blocos de texto separados das imagens, ao estilo da banda desenhada. Muitas gerações de meninos e meninas cresceram com este conto eterno, com um lobo feroz que agora viaja de mota, e com um final que - no caso de A menina de vermelho - tanto pode ser trágico, como feliz. Porque decorrendo no passado ou no presente, os contos são sempre mágicos.