quinta-feira, 31 de maio de 2012
As crianças têm direitos
Em 20 de Novembro de 1989, as Nações Unidas adoptaram por unanimidade a Convenção sobre os Direitos da Criança (CDC), documento que enuncia um amplo conjunto de direitos fundamentais – os direitos civis e políticos, e também os direitos económicos, sociais e culturais – de todas as crianças, bem como as respectivas disposições para que sejam aplicados.
A CDC não é apenas uma declaração de princípios gerais; quando ratificada, representa um vínculo juridíco para os Estados que a ela aderem, os quais devem adequar as normas de Direito interno às da Convenção, para a promoção e protecção eficaz dos direitos e Liberdades nela consagrados.
Este tratado internacional é um importante instrumento legal devido ao seu carácter universal e também pelo facto de ter sido ratificado pela quase totalidade dos Estados do mundo (192). Apenas dois países, os Estados Unidos da América e a Somália, ainda não ratificaram a Convenção sobre os Direitos da Criança.
Portugal ratificou a Convenção em 21 de Setembro de 1990.
Portugal ratificou a Convenção em 21 de Setembro de 1990.
A Convenção assenta em quatro pilares fundamentais que estão relacionados com todos os outros direitos das crianças:
• a não discriminação, que significa que todas as crianças têm o direito de desenvolver todo o seu potencial –
todas as crianças, em todas as circunstâncias, em qualquer momento, em qualquer parte do mundo.
• o interesse superior da criança deve ser uma consideração prioritária em todas as acções e decisões que
lhe digam respeito.
• a sobrevivência e desenvolvimento sublinha a importância vital da garantia de acesso a serviços básicos e
à igualdade de oportunidades para que as crianças possam desenvolver-se plenamente.
• a opinião da criança que significa que a voz das crianças deve ser ouvida e tida em conta em todos os assuntos
que se relacionem com os seus direitos.
A Convenção contém 54 artigos, que podem ser divididos em quatro categorias de direitos:
• os direitos à sobrevivência (ex. o direito a cuidados adequados)
• a não discriminação, que significa que todas as crianças têm o direito de desenvolver todo o seu potencial –
todas as crianças, em todas as circunstâncias, em qualquer momento, em qualquer parte do mundo.
• o interesse superior da criança deve ser uma consideração prioritária em todas as acções e decisões que
lhe digam respeito.
• a sobrevivência e desenvolvimento sublinha a importância vital da garantia de acesso a serviços básicos e
à igualdade de oportunidades para que as crianças possam desenvolver-se plenamente.
• a opinião da criança que significa que a voz das crianças deve ser ouvida e tida em conta em todos os assuntos
que se relacionem com os seus direitos.
A Convenção contém 54 artigos, que podem ser divididos em quatro categorias de direitos:
• os direitos à sobrevivência (ex. o direito a cuidados adequados)
• os direitos relativos ao desenvolvimento (ex. o direito à educação)
• os direitos relativos à protecção (ex. o direito de ser protegida contra a exploração)
• os direitos de participação (ex. o direito de exprimir a sua própria opinião)
Inf. via UNICEF
O Dia Mundial da Criança foi comemorado pela 1ª vez há 62 anos
Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o Dia Mundial da Criança não é só uma festa onde as crianças ganham presentes.
É um dia em que se pensa nas centenas de crianças que continuam a sofrer de maus tratos, doenças, fome e discriminações (discriminação significa ser-se posto de lado por ser diferente).
Sabias que o primeiro Dia Mundial da Criança foi em 1950?
Tudo começou logo depois da 2ª Guerra Mundial, em 1945.
Muitos países da Europa, do Médio Oriente e a China entraram em crise, ou seja, não tinham boas condições de vida.
As crianças desses países viviam muito mal porque não havia comida e os pais estavam mais preocupados em voltar à sua vida normal do que com a educação dos filhos. Alguns nem pais tinham!
Como não tinham dinheiro, muitos pais tiravam os filhos da escola e punham-nos a trabalhar, às vezes durante muitas horas e a fazer coisas muito duras.
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Ilustração de Egisto Lancerotto |
Em 1946, um grupo de países da ONU (Organização das Nações Unidas) começou a tentar resolver o problema.
Foi assim que nasceu a UNICEF. Clica aqui para leres sobre esta organização.
Mesmo assim, era difícil trabalhar para as crianças, uma vez que nem todos os países do mundo estavam interessados nos direitos da criança.
Foi então que, em 1950, a Federação Democrática Internacional das Mulheres propôs às Nações Unidas que se criasse um dia dedicado às crianças de todo o mundo.
Este dia foi comemorado pela primeira vez logo a 1 de Junho desse ano!
Com a criação deste dia, os estados-membros das Nações Unidas, reconheceram às crianças, independentemente da raça, cor, sexo, religião e origem nacional ou social o direito a:
- afeto, amor e compreensão;
- alimentação adequada;
- cuidados médicos;
- educação gratuita;
- proteção contra todas as formas de exploração;
- crescer num clima de Paz e Fraternidade universais.
Sabias que em só nove anos depois, em 1959 é que estes direitos das crianças passaram para o papel?
- crescer num clima de Paz e Fraternidade universais.
Sabias que em só nove anos depois, em 1959 é que estes direitos das crianças passaram para o papel?
A 20 de Novembro desse ano, várias dezenas de países que fazem parte da ONU aprovaram a "Declaração dos Direitos da Criança".
Trata-se de uma lista de 10 princípios que, se forem cumpridos em todo o lado, podem fazer com que todas crianças do mundo tenham uma vida digna e feliz.
Claro que os Dia Mundial da Criança foi muito importante para os direitos das crianças, mas mesmo assim nem sempre são cumpridos.
Claro que os Dia Mundial da Criança foi muito importante para os direitos das crianças, mas mesmo assim nem sempre são cumpridos.
Então, quando a "Declaração" fez 30 anos, em 1989, a ONU também aprovou a "Convenção sobre os Direitos da Criança", que é um documento muito completo (e comprido) com um conjunto de leis para protecção dos mais pequenos (tem 54 artigos!).
Clica aqui para os leres. Estão escritos de uma forma mais simples para tu os perceberes melhor.
Esta declaração é tão importante que em 1990 se tornou lei internacional.
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Dia Internacional das Crianças Desaparecidas
Em Portugal assinalou-se, pela primeira vez, em 25 de Maio de 2004, o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, por iniciativa do Instituto de Apoio à Criança.
A origem desta data funda-se no facto de no dia 25 de Maio de 1979 ter desaparecido uma criança de 6 anos, Ethan Patz, em Nova Iorque. Nos anos seguintes, pais, familiares e amigos reuniram-se para assinalar o dia do seu desaparecimento e, em 1986, o dia 25 de Maio ganha uma dimensão inter-nacional quando o Presidente Reagan o dedicou a todas as crianças desaparecidas.
Esta data tem vindo a ser assinalada em diversos Países da Europa (...).
As organizações que intervêm nesta área adotaram como símbolo a flor de miosótis, em inglês "forget me not.
A origem desta data funda-se no facto de no dia 25 de Maio de 1979 ter desaparecido uma criança de 6 anos, Ethan Patz, em Nova Iorque. Nos anos seguintes, pais, familiares e amigos reuniram-se para assinalar o dia do seu desaparecimento e, em 1986, o dia 25 de Maio ganha uma dimensão inter-nacional quando o Presidente Reagan o dedicou a todas as crianças desaparecidas.
Esta data tem vindo a ser assinalada em diversos Países da Europa (...).
As organizações que intervêm nesta área adotaram como símbolo a flor de miosótis, em inglês "forget me not.
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Ethan Patz |
sexta-feira, 18 de maio de 2012
De norte a sul, há muitas e variadas propostas para se ir até a um museu
Pelo norte:
No Porto, Casa-Museu Abel Salazar, um colóquio sobre “O Mundo é feito por nós? Questionar a Arte e a Ciência em Tempos de Crise” a partir das 9h15 e possibilidade de ver a exposição “Gabinete de Anatomia – Arpad, Vieira e os desenhos anatómicos do Museu de Medicina” (até 26 de Maio).
Em Serralves (18 de Maio), a partir das 17h, trocar ideias, questionar e observar é a proposta em Conversas de Museu (levantar senha na recepção do museu a partir das 16h30). No dia seguinte, o museu propõe um percurso pelo “Mundo Secreto dos Morcegos: Ouvindo o Inaudível” (às 21h e 21h40), com orientação de Francisco Amorim e Helena Santos (levantar senha na recepção do museu a partir das 20h; actividade recomendada para crianças a partir dos 8 anos acompanhadas por adultos). A partir das 20h, há visita orientada a “Marchel Duchamp em 30 minutos”.

Em Serralves (18 de Maio), a partir das 17h, trocar ideias, questionar e observar é a proposta em Conversas de Museu (levantar senha na recepção do museu a partir das 16h30). No dia seguinte, o museu propõe um percurso pelo “Mundo Secreto dos Morcegos: Ouvindo o Inaudível” (às 21h e 21h40), com orientação de Francisco Amorim e Helena Santos (levantar senha na recepção do museu a partir das 20h; actividade recomendada para crianças a partir dos 8 anos acompanhadas por adultos). A partir das 20h, há visita orientada a “Marchel Duchamp em 30 minutos”.
Em Vila Nova de Famalicão, no Museu da Fundação Cupertino de Miranda, a programação é sustentada pela exposição temporária “Entre a Palavra e a Imagem” (visitas entre as 9h30 e as 17h). Visita à exposição e sessão de cinema surrealista no auditório da fundação (às 10h e 15h).
No Museu Municipal de Esposende, a partir das 10h (18 de Maio), propõe-se a interpretação da exposição “Da Luz e do Olhar – Fotografia de Pereira Lopes”, patente na Sala de Azulejos. Da parte da tarde, a partir das 14h, decorre a visita à exposição “Esposende: a Barra, o Porto e a Navegabilidade do Cávado – Projectos e Memórias”, seguida de visita à Zona Ribeirinha, onde é possível seguir o rasto dos principais episódios da história local relacionados com o Rio Cávado.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade de Informação
O Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade de Informação, 17 de maio, celebra, desde 1865, a criação da União Internacional das Telecomunicações (UIT) em Paris.
terça-feira, 15 de maio de 2012
Hoje, dia Internacional da Família
Por proposta da Organização das Nações Unidas (ONU), desde 1994, o dia 15 de Maio de cada ano assinala o Dia Internacional da Família. Esta iniciativa é uma forma de reconhecer o papel nuclear da família na sociedade e de impulsionar a adopção de medidas no plano nacional e internacional com o fim de melhorar a condição da família.
Por todo o lado se celebra este dia.
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Universidade de Lisboa |
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Sugestões para celebrar o dia da família
Sinopse:
A autora valoriza a verdadeira Árvore da Família que vive no Jardim do Coração.
Inclui também um espaço-convite para cada um criar a sua própria Árvore Genealógica e um jogo que pode ajudar a manter viva e viçosa a Árvore da Família.
Título: A Árvore da Família no Coração
Autor(a): Graça Gonçalves
Editora: Gostar
Sinopse:
Neste livro interactivo, as crianças vão abrindo janelas, girando rodas e seguindo setas que as conduzirão à conclusão de que existem diferentes tipos de famílias.
Título: As Famílias Não São Todas Iguais
Autor(a): Tango Books
Editora: Editorial Presença
Sinopse:
Uma avó tão irrequieta que partiu uma perna a fazer esqui! Uma amiga com o estranho nome de Galochas. Uma irmã chanfrada. Uma vizinha choramingona e um taxista apaixonado por ela. Uma porteira que atrai as pulgas e um fantasma que resolve visitar a sua viúva. Um primo que é tanso e uma namorada ucraniana que fala uma língua que nem ele entende. Uma cabeça de esfregão ralado e uma tia Tábem. Uns pais que arrulham como pombinhos e uma casa mesmo a deitar por fora onde a família não cabe mas não pára de entrar — Ufa! Não é nada fácil ser-se adolescente, chamar-se Maria Ana (não, não é Mariana, quantas vezes será preciso dizer?!) e sobretudo ter de observar os estranhos efeitos que o amor tem nas pessoas…
Título: A Família Que Não Cabia Dentro de Casa
Autor(a): Alexandre Honrado
Editora: Editorial Planeta
Sinopse:
O Ruca adora passar tempo com a sua família e neste livro vais descobrir algumas das coisas que o Ruca, a irmã e os Pais fazem quando estão juntos!
Título: Ruca - Adoro a Minha Família
Editora: Asa
Sinopse:
Algumas famílias são parecidas. Algumas famílias gostam de comer coisas diferentes. Algumas famílias gostam de se abraçar. Abre este livro para leres acerca de todos os tipos de família.
Título: O Livro da Família
Autor(a): Todd Parr
Editora: Gailivro
Sinopse:
Era uma vez um Sol e uma Lua… viajando nas palavras e nas cores a formar uma grande família: os SoLuas, diferentes dos homens e entre si, como todos nós… Na história, ao som e ao ritmo da poesia, o diálogo permanente entre ilustração e texto cria outros textos, pretextos para o contar sobre a magia e a ordem do Universo. Num passeio pelo sistema solar, o leitor caminha no entendimento do direito à cidadania, à solidariedade, à amizade. Aprende e cresce seguro e protegido, na solidez da moldura familiar. As crianças, aliadas naturais do que é novo e puro, festejam em apoteose o encontro entre os diferentes. E quando julgamos que a história vai terminar, continua o jogo, a abrir outros caminhos… Livre, ao leitor cabe a decisão: Era uma vez…outra vez?
Título: A Família Soluas
Autor(a): Maria de Lourdes Tavares Soares
Editora: Paulinas
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Sugestão para o fim de semana - Festival Internacional da Máscara Ibérica

O VII Grande Desfile da Máscara Ibérica, será Sábado, pelas 16h30, na Praça do Município - Rua Augusta - Rossio. Estarão 450 participantes, divididos em 24 grupos do Norte e Centro de Portugal, Galiza, León, Zamora, Cáceres e Astúrias e País Basco. Presenças inéditas de grupos de Salamanca, de Piornal e Montehermoso (Cáceres) e de Ílhavo.
Participação especial do Entrudo Tradicional das Aldeias do Xisto de Góis, no Grande Desfile, além de um Casamento Tradicional da Lousã, no sábado, pelas 18h00.
Inf. via PNL
quarta-feira, 9 de maio de 2012
terça-feira, 8 de maio de 2012
Morreu hoje o autor do livro "Onde vivem os monstros"
Maurice Sendak, considerado um dos mais importantes escritores e ilustradores de livros para crianças do século XX, autor de “Onde Vivem os Monstros”, morreu esta terça-feira aos 83 anos. Segundo o The New York Times, Sendak não recuperou de um ataque cardíaco que sofreu há pouco tempo.
Conhecido por abordar temas até então considerados pouco apropriados para crianças, Maurice Sendak fica para sempre lembrado pelo livro “Onde Vivem os Monstros” (“Where the Wild Things Are”, no título original), sobre Max, um pequeno rapaz que se torna “rei das coisas selvagens”. O livro vendeu mais de 19 milhões de exemplares em todo o mundo.
Sinopse:
Livro recomendado para o 1º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma e/ou leitura com apoio do professor ou dos pais.
Na noite em que Max vestiu o seu fato de lobo e começou a fazer travessuras a torto e a direito, a mãe chamou-lhe - Monstro!
E Max respondeu-lhe: - Vou-te Comer!
Então ela mandou-o para a cama sem jantar. Naquela mesma noite, no quarto de Max surgiu uma floresta que cresceu….
Esta obra, publicada pela primeira vez em 1963, suscitou certa polémica pelo tratamento nada exemplar para com as crianças, mas tornou-se num clássico da Literatura infantil e juvenil e num referente imprescindível do seu género. Não só obteve a Medalha Caldecott (1964) e o American Book Award, como também foi eleito pelo 'The New York Times Book Review' como um dos melhores livros ilustrados; desde então foi traduzido em inúmeras línguas e tornou-se num dos títulos mais lidos.
Max empreende uma viagem simbólica a partir daí até um lugar fantástico, atravessando um tempo mítico e enfrentando os seus próprios medos. Depois de se tornar no rei de uns monstros tão ferozes como insinuantes, regressa ao ponto de partida, onde o aguarda o jantar. Uma viagem de ida e volta, pelo tempo e pelo espaço, da realidade à ficção, sem que nada nem ninguém explique se essa metamorfose foi produto de um sonho ou de uma fantasia. Um paradigma do álbum ilustrado pela perfeita conjungação entre palavra e imagem; uma história poética e singela, narrada com humor, com total economia expressiva e absoluta harmonia entre texto e imagem.
Tudo se conjuga neste livro, pensado artisticamente até aos mais íntimos detalhes: o jogo com a diagramação, o formato, a atmosfera quase mágica que cada página destila, a tensão do argumento e a combinação de palavras, sons e repetições. Assim, o tamanho das ilustrações segue 'in crescendo', à medida que o protagonista avança pelo mundo onírico, e as ilustrações ocupam a totalidade da página quando a história atinge o seu clímax e diminuem consoante Max vai voltando ao plano da realidade. Spike Jonze realizou em 2009 uma adaptação desta obra. A banda sonora foi composta e produzida por Karen O, da banda Yeah Yeah Yeahs. O argumento foi adaptado por Jonze e Dave Eggers. Sendak foi um dos produtores do filme.
Título:“Onde Vivem os Monstros”
Autor(a): Maurice Sendak
Editora: Kalandraka
segunda-feira, 7 de maio de 2012
domingo, 6 de maio de 2012
Mãe? É a minha Mãe
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Arsen Kurbanov |
A mãe
é uma árvore
e eu uma flor.
A mãe
tem olhos altos como estrelas.
Os seus cabelos brilham
como o sol.
A mãe
faz coisas mágicas:
transforma farinha e ovos
em bolos,
linhas em camisolas,
trabalho em dinheiro.
A mãe
tem mais força que o vento:
carrega sacos e sacos
do supermercado
e ainda me carrega a mim.
A mãe
quando canta
tem um pássaro na garganta.
A mãe
conhece o bem e o mal.
Diz que é bem partir pinhões
e partir copos é mal.
Eu acho tudo igual.
A mãe
sabe para onde vão
todos os autocarros,
descobre as histórias que contam
as letras dos livros.
A mãe
tem na barriga um ninho.
É lá que guarda
o meu irmãozinho.
A mãe
podia ser só minha.
Mas tenho de a emprestar
a tanta gente…
A mãe
à noite descasca batatas.
Eu desenho caras nelas
e a cara mais linda
é da minha mãe.
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Sem Palavras não há Liberdade
Sabias que a Amnistia Internacional quer criar um dicionário com 155.000 palavras que estão presas pela censura e que serão libertadas pelas pessoas? Cada utilizador só tem que aceder a www.freedomdictionary.org, escolher uma palavra e partilhá-la nas redes sociais.
Esta iniciativa decorre até hoje, Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, e visa promover a liberdade de expressão no Médio Oriente e Norte de África.
"Um Dia com os Media" - Dia da liberdade de imprensa
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Direito inscrito no artigo 19º da Declaração Universal dos Direitos Humanos |
Comemora-se hoje a liberdade de imprensa por todo o mundo e Portugal assinala pela primeira vez "Um Dia com os Media" com o objetivo de refletir sobre os órgãos de comunicação na vida quotidiana.
A organização é da Comissão Nacional da UNESCO, do Conselho Nacional de Educação, da Entidade Reguladora para a Comunicação Social, do Gabinete para os Meios de Comunicação Social e do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho, cinco entidades que compõem um grupo informal para o desenvolvimento da denominada literacia mediática, ou seja, "a capacidade de aceder aos media, de compreender e avaliar de modo crítico os diferentes aspetos" destes, segundo o portal digital do tema.
"Em vez de ser o tradicional 'um dia sem carro', 'um dia sem televisão', este é ao contrário, um dia com os media, ou seja, no sentido de refletir a importância dos media na nossa vida, no nosso dia-a-dia e é isso que vamos fazer", explicou à Lusa a responsável do Conselho Nacional de Educação pela iniciativa, Maria Emília Brederode Santos. Inf. via Visão
quarta-feira, 2 de maio de 2012
e como são as caras da tua Mãe?
Sinopse:
Rita Ferro escreveu e Luis Leal ilustrou esta obra que pretende evidenciar a relação de amor forte e incondicional entre mãe e filho.
Este álbum ilustrado para pequenos leitores tematiza a relação entre mãe e filho e a forma como, desde muito cedo, a criança interpreta a fisionomia materna, descobrindo, na leitura da expressão da mãe, diferentes emoções, sentimentos e estados de espírito. A variedade de rostos que a mãe apresenta não significa, no entanto, alterações no seu afecto pelo filho, que se mantém inalterável. As ilustrações de Luís Leal podiam ser mais expressivas e mais fiéis na representação na expressividade do rosto humano que nem sempre transparece, o que facilitaria, por certo, a leitura de um livro que promove a identificação dos pequenos leitores com as situações recriadas, facilmente reconhecíveis.
Este álbum ilustrado para pequenos leitores tematiza a relação entre mãe e filho e a forma como, desde muito cedo, a criança interpreta a fisionomia materna, descobrindo, na leitura da expressão da mãe, diferentes emoções, sentimentos e estados de espírito. A variedade de rostos que a mãe apresenta não significa, no entanto, alterações no seu afecto pelo filho, que se mantém inalterável. As ilustrações de Luís Leal podiam ser mais expressivas e mais fiéis na representação na expressividade do rosto humano que nem sempre transparece, o que facilitaria, por certo, a leitura de um livro que promove a identificação dos pequenos leitores com as situações recriadas, facilmente reconhecíveis.
Texto de: Ana Margarida Ramos
Título: As caras da Mãe
Autor(a): Rita Ferro
Editora: Dom Quixote
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Como seria a vida sem os media? - Criação de um slogan - Concurso
"Num período em que os meios de informação e comunicação, quer os mais tradicionais, quer os das últimas gerações tecnológicas, se tornaram omnipresentes na sociedade e multiplicaram exponencialmente a possibilidade de expressão dos cidadãos no espaço público é importante refletirmos sobre o papel que aqueles ocupam na construção de opiniões, crenças e do próprio quotidiano.
No próximo dia 3 de maio, várias entidades ligadas à comunicação e à educação para os media vão lançar, pela 1ª vez, a iniciativa Um dia com os media, que visa promover o espírito crítico e a criatividade relativamente aos meios de comunicação.
A Rede de Bibliotecas Escolares e o Plano Nacional de Leitura associam-se a esta iniciativa convidando os alunos dos diferentes ciclos de ensino a responderem, através de um slogan, à questão Como seria a vida sem os media?
Conseguimos, hoje, imaginar a vida sem telemóvel, televisão ou computador? Uma vida onde não dispuséssemos de internet? Uma vida sem livros, jornais, revistas ou cinema? Uma vida onde não existisse consola de jogos, mp3, mp4, tablets, youtube, facebook ou outros dispositivos e redes de comunicação recentes? Como seria essa vida? Que sentido teria? Que sentimento nos provocaria?"
Os participantes dividem-se em dois escalões:
- alunos dos 1.º e 2.º ciclos do Ensino Básico;
- alunos do 3.º ciclo do Ensino Básico e Secundário.
- alunos do 3.º ciclo do Ensino Básico e Secundário.
É atribuído um prémio, por níveis de ensino, ao autor do melhor slogan apresentado em cada um dos escalões.
Calendarização da iniciativa "Como seria a vida sem os media?":
9 a 30 de abril - divulgação junto de alunos e de outros professores;
3 de maio - colocação, na Biblioteca Escolar, de uma caixa graficamente identificada com a iniciativa "Como seria a vida sem os media?", onde os alunos possam depositar a frase/ ideia produzida;
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